O Que é O Paradoxo Do Bootstrap, Explorado Em “Dark”

AnAcontece que a carta tem que envelhecer – em algum momento vai se desgastar tanto que deixará de existir. O gelo tem que derreter. Se o gelo derrete, o ciclo não pode se reiniciar. Logo, a viagem ao passado seria impossível. Se isso não é bom o suficiente para te convencer que a física impede viagens ao passado, há outros paradoxos, mais clássicos. Isso pode ser contornado caso se adicione na história o fato de que a carta é sempre reescrita em um papel novo (essa é a saída de Dark para a carta do suicídio de Michael e também para o livro, que é sempre republicado). Mas pense que o viajante no tempo leve uma pedra de gelo e entregue para seu “eu” de dez minutos atrás, por exemplo. Um deles é o do avô: você volta no tempo e mata seu avô antes de ele conhecer sua avó. Ou, se o gelo não derrete, isso significa que a viagem no tempo está quebrando a segunda lei da termodinâmica, porque a entropia está caminhando na direção contrária.

Além disso, reflete as ausências no aprendizado oferecido pela educação formal, aquela em que ficamos envolvidos durante grande parte de nossa vida, da pré-escola à pós-graduação (mas pouco aprendemos sobre a existência dos povos indígenas pelos currículos estabelecidos). Se temos que reescrever essa tal história da arte, a escola deve ser um local de reconstrução? Quero trocar um dedo de prosa acerca da arte feita por indígenas nas últimas décadas, recorrendo a personalidades distantes do mundo das artes, mas pertencentes ao campo da educação, que considero um dos meios que favoreceram o desconhecimento da existência dos povos e, consequentemente, da arte indígena brasileira. Tenho dedicado os últimos dias a pensar em como o sistema educacional brasileiro se referiu a esses povos e como deverá abraçar essa temática neste momento através da arte – aliás, essa é uma indagação que tenho recebido de estabelecimentos de ensino (na maioria privados). Fui ao encontro (virtual) de dois colegas para me aprofundar um pouquinho mais nessa temática e fiz um breve recorte para esta coluna.

Black And Gold Clock Sits On A White TableCollins e Blot (2004, p. 105), por sua vez, registram que “escolhas entre múltiplas variantes de linguagem permitem às pessoas habitar uma multiplicidade de identidades que se sobrepassam” e que “discursos fornecem posições do sujeito, habilitando certas identidades e se opondo ou desabilitando outras”. Nessa construção, note-se, o bloguês ou orkutês88 Bloguês ou orkutês é o nome comumente associado à variedade não-padrão de português escrito utilizada por usuários do Orkut e outras ferramentas de comunicação mediada por computador. Há, portanto, uma conexão dinâmica entre linguagem e identidade e, conseqüentemente, entre certos letramentos, sejam eles impostos ou autogerados (Barton, 1994), e as identidades (etária, profissional, de gênero, étnica, de classe etc.) que se entrecruzam na constituição móvel dos sujeitos. Antes de mais nada, enquanto prática simbólica, habilita sua identidade jovem-urbano-conectado, posiciona-o como construtor de uma nova sociabilidade e uma nova relação com o tempo-espaço, diferente daquela da qual participam seus pais e professores. O uso do Orkut pelo jovem freqüentador do telecentro encaixa-se de duas maneiras nesse quadro mais geral da relação entre identidade e letramento.

Eles demonstraram maior desejo de que ouvissem suas opiniões, precisamente porque eles eram, em primeiro lugar, cidadãos e, em segundo lugar, soldados.32 32 Ver, por exemplo, a transmissão de rádio de 1º de maio de 2004, apresentada por Paul Rieckhoff, um oficial da Guarda Nacional da Cidade de Nova Iorque, que serviu dez meses no Iraque com a 124ª Infantaria, Terceiro Batalhão. Essa transmissão foi apresentada como a resposta do Partido Democrata à transmissão de Bush, anunciando que a América tinha cumprido sua missão no Iraque. Dado o fascínio do público com a Segunda Guerra Mundial, é curioso que uma crítica ao engajamento da administração Bush do militar profissional e seu ataque preventivo ao Iraque não tenha acontecido mais cedo.33 33 Em alguns lugares podemos detectar traços dessa linha de raciocínio, mas somente traços: por exemplo, na proposta do congressista Charles Rangel e outros membros do Caucus Negro, em 2003 e 2004, para restabelecer a convocação obrigatória, para que todas as famílias americanas enfrentassem o risco de enviar seus entes queridos para o perigo da guerra; e no trabalho de um think tank sobre estudos de segurança da Carolina do Norte que explorou os perigos advindos da crescente distância na América entre os militares e a sociedade civil.

Será que o presente existe de verdade como algo objetivo ou é apenas uma invenção da nossa cabeça? Há muito tempo os filósofos brigam por causa dessa questão. Diante dessas ideias, alguém poderia alegar: digam o que disserem os físicos, hoje minha xícara de café quebrou ao cair da mesa. Isso ocorreu às 16h e representa uma mudança para pior em relação à situação anterior a essa hora. Ora, dirá o teórico do grupo B, a mudança é apenas uma ilusão. O grupo B utiliza um sistema de datas, em que fatos são marcados segundo o momento em que ocorreram, depois apenas ordenados. O grupo A utiliza os conceitos de passado, presente e futuro mais a rica variedade de tempos das línguas modernas ¿ De um lado, estão os que defendem um presente real; são os teóricos A, cujo expoente foi o alemão Hans Reichenbach, da primeira metade do século 20. Seus oponentes são os teóricos B, entre os quais Alfred Ayer e Adolf Grünbaum.

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