O Tempo Só Escraviza Quem Não Sonha, Diz Filósofo Italiano

Um dos convidados da 22ª Bienal do Livro de São Paulo, que termina neste domingo no Anhembi, zona norte da cidade, o filósofo italiano Mauro Maldonato é especialista em um assunto que faz parte da vida de todos: o tempo. E que, para quem não sabe sonhar e ter esperança, pode ser um estorvo: pode tiranizar. Maldonato, que é também psiquiatra e professor de psicologia geral na Universidade dela Basilicata, na Itália, além de autor de livros como Raízes Errantes e A Subversão do Ser: Identidade, Mundo, Tempo e Espaço, destaca ainda a importância de se tratar os doentes não apenas pelo ataque a seus sintomas físicos, mas também às angústias que os acompanham, muitas vezes despertadas por uma difícil relação com o… Tempo que, segundo o filósofo, só é sentido e apropriado pelas pessoas nas mudanças capazes de tirar o equilíbrio. Foi sobre esse tema, aliás pauta de seu último livro, Passagens de Tempo (Edições Sesc SP, 192 páginas, 36 reais), lançado por aqui em maio, que o italiano falou no segundo dia da Bienal.

Isso não quer dizer que não tínhamos boas produções também para a TV (1999 foi um ano incrivelmente bom para os fãs de animações, pois contou a estreia de clássicos do gênero como Futurama, Du, Dudu & Edu, Uma Família da Pesada e Bob Esponja), mas o escopo desses projetos era muito menor do que o que víamos sendo preparados para as telonas. Hoje, a coisa se inverteu, já que já passamos pela Era Dourada da TV e estamos vivendo a era dos streamings, como a Netflix. Enquanto programas como Game of Thrones geram muito mais buzz do que qualquer filme do ano, é também na TV e nos streamings que está a maior parte da inovação em mídia audiovisual (em shows como Black Mirror, Killing Eve, A Maldição da Casa Hill e tantos outros), enquanto o cinema se tornou uma máquina de adaptações de histórias em quadrinhos, jogos de videogames e animações antigas da Disney – o que mostra a clara vantagem em qualidade e inovação que as séries têm hoje sobre o cinema.

Numa relação, se dois falam de vez, ninguém se escuta e um grita para se fazer entender, tem algo não saudável aí. Eu, pensando estar eu surtando, falo: “e o que foi que eu disse?”. Eu convivo com algumas pessoas que são assim: falam que é importante escutar, mas, não escutam nada. Elas vivem um mundo particular e particularmente perigoso, por se tratar de distúrbio grave e nunca tratado, por nunca ter sido aceito. Um exemplo: estávamos falando dos buracos nas ruas da cidade e como o carro fica comprometido com esses impactos. O carro dessa pessoa está com a chapa de proteção de um treco embaixo que está chacoalhando, porque de tanto buraco na cidade, a peça vai folgando. A pessoa reage aos gritos: “É por causa do buraco! É por isso que folga!”. São dois falando duas coisas, ouvindo muitas coisas e entendendo nada de um para o outro. Na verdade, ele não estava escutando o que eu falava.

A coordenação da produção, estoques e transporte de matérias-primas (diferentes variedades de laranja), produtos intermediários (sucos concentrados de laranja de diferentes variedades, chamados de bases de suco) e produtos finais (sucos concentrados congelados de laranja obtidos pela mistura de diferentes bases) é particularmente importante, devido à combinação da sazonalidade da fruta e à relativa estabilidade na demanda por produtos. A incorporação de incertezas a determinados parâmetros do modelo conduz a uma representação melhor da realidade, sendo a aplicação da abordagem de otimização robusta uma solução técnica e computacional atrativa por manter o modelo como um problema de programação linear, porém robusto. Bertsimas e Sim (2004) observam que a abordagem clássica de programação linear determinística não leva em consideração a influência de incertezas nos dados, na qualidade e factibilidade do modelo. Entretanto, modelos de programação linear em geral admitem que os dados sejam precisamente conhecidos e iguais a determinados valores nominais.

Em outras palavras, dentro dessa casca não haveria nada criando campo gravitacional no espaço-tempo. Usando uma descrição simples, Bobrick e Martire demonstram um método para usar as equações da relatividade geral para encontrar espaços-tempos que permitem certas configurações de matéria e energia que atuariam como bolhas de dobra. O artigo também consegue resolver o problema energia negativa, mostrando que um impulso de dobra pode ser feito de energia positiva ou de uma mistura entre energia negativa e positiva. Isso significa que a energia ali dentro modificaria as propriedades da região do espaço-tempo. Parece confuso, mas isso não é muito diferente de um carro. O automóvel também é uma “concha” de energia (na forma de matéria) que envolve uma região plana do espaço-tempo. A diferença é que no dispositivo de dobra espacial, o tempo pode sofrer o indesejado efeito que vemos no filme Interestelar. Essa é uma solução matemática para encontrar e classificar tecnologias de dobra, o que já é um grande avanço.

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