Possibilidades!: Tempo, Mano Velho, Fique Aqui, Fique Mais!

The Pumpkin PatchAliás, creio que somente por 20 anos, já que esse 1 ano que resta dessa estranha conta, tá fazendo minha vida recomeçar. Por falar em calma, a vejo de longe, vindo em minha direção. Mas a felicidade me invadiu ao ter a certeza de que eu nunca vou ficar só, porque eu tenho você, tempo! Fica aqui do meu lado por mais um dia.. Fique mais. Fique e continue em paz. Você gosta dela, não é amigo tempo? Um dia pensei que começasse a não gostar mais de mim e sumisse, e simplesmente eu ficasse sozinha. Tempo, mano velho, fique aqui. Segure sua mão. Segurem a minha mão. Que eu preciso de você. Mas, olha, vejo alguém subindo nesse morro pra nos acompanhar. É bom ter vocês dois aqui ao meu lado. Pois é meu querido amigo, obrigada por sempre vim aqui me ver. E você tem um bom gosto, e como tem! Se você tem amigos, conserve-os, respeite-os e ame-os cada dia mais. Só assim há crescimento. Linda, calma, tão branca e tão saudável. Isso o nosso amigo tempo saberá a hora de ir buscá-los e sei que a paciência continuará aqui do meu lado, segurando a minha mão enquanto essa determinada hora certa não chega. Mas fica. Depois você sai pra ir buscar nossos outros amigos. Mas sei que ainda faltam alguns amigos, não é? Nunca pensei que ela pudesse ser tão bonita de perto! Aprendi que sempre que você vem, é porque você precisa estar perto de mim. Should you have virtually any concerns about where and the best way to employ mouse click the up coming post, you can email us on our own internet site. Você me faz companhia em todos os minutos da minha vida e eu, as vezes que percebia, não gostava e te mandava ir embora mas tenha certeza, nunca mais farei isso. Consegue ver? A paciência vem vindo.

No tocante à avaliação externa, tema discutido na seção seguinte, a principal exigência de mudança com vistas à boa qualidade do ensino é a ultrapassagem dos limitados regimes de exames e provas externas, por sistemas avaliativos que contemplem mais integralmente o conceito de educação como apropriação da cultura e não apenas como “aquisição” (temporária) de conhecimentos. Assim como a qualidade do ensino, a avaliação escolar é característica que se associa fortemente aos três temas aqui discutidos, embora seu tratamento mais sistematizado seja dado apenas na seção sobre a avaliação externa. Com relação aos ciclos e à progressão continuada, a avaliação escolar é referência obrigatória. Como afirma Sandra Zákia Sousa (2007, p. 35), “dentre todas as práticas e rotinas escolares, aquela que mais diretamente é ‘abalada’ com a implantação dos ciclos é a avaliação”. Mas também a supervisão escolar não deve ser discutida à parte da avaliação, podendo ser analisada inclusive do ponto de vista de suas potencialidades como alternativa de avaliação externa, considerando-se suas virtualidades para uma avaliação em profundidade do processo de aprendizado nas escolas, atributo que falta às chamadas avaliações externas massivas.

As mudanças ao longo das distintas fases da transição demográfica brasileira já foram bem documentadas na ampla literatura que estabeleceu alguns fatos básicos, que são descritos a seguir, de forma bastante sucinta. A partir da década de 1970, a taxa de crescimento populacional continuou a aumentar, embora em ritmo decrescente, devido à redução rápida e generalizada do nível da fecundidade. Entretanto, neste período, a TBN não diminuiu o seu valor na mesma proporção do declínio do nível da fecundidade, uma vez que um número crescente de mulheres de coortes anteriores à queda da fecundidade ainda chegava à idade reprodutiva. Consequentemente, as taxas de crescimento correntes não sofreram por completo o impacto do decréscimo da fecundidade (MOREIRA; CARVALHO, 1992). Esse fenômeno, conhecido como inércia populacional, juntamente com a redução da TBM, manteve a taxa de crescimento ainda bastante elevada: enquanto a taxa de fecundidade total (TFT) caiu 25,9%, a taxa de crescimento reduziu-se em apenas 14%. Um declínio mais significativo na taxa de crescimento, de 21%, foi observado somente entre 1980 e 1991 (CARVALHO, 2004). As estimativas de Wong e Carvalho (2006), com base no Censo Demográfico de 2000, apontam para a continuidade do declínio sustentado da fecundidade e sugerem que a mortalidade continuará caindo em todas as idades, havendo, porém, uma maior redução nas idades mais avançadas. No período de 1940 a 1970, a redução do nível da mortalidade teve como consequência o rápido declínio da taxa bruta de mortalidade (TBM), em relação à taxa bruta de natalidade (TBN), o que acelerou o crescimento populacional brasileiro.

Nos estudos sobre administração pública, nota-se uma valorização da participação do cidadão nas decisões coletivas (Fisher, 1992; Torres, 2004) e, nessa produção, defende-se a descentralização das políticas públicas como uma forma de garantir efetividade, eficiência e eficácia nas ações estatais. Alguns cidadãos têm mais experiên-cia do que outros, ou, ainda, podem possuir conhecimentos especializados e/ou experiência particular relevante para um determinado assunto. Um dos fundamentos teóricos das políticas de descentralização consiste, exatamente, na vantagem de aproximar o formulador/executor e a população atingida pelas políticas públicas, o que traria maior capacidade de controle social (Torres, 2004), isto é, transparência, participação e, possivelmente, a proposição de soluções inovadoras a problemas. Vistos como especialistas, o desafio para o governo não é apenas consultá-los sobre questões públicas. A proposta seria encontrar peritos na matéria, com base no mérito e em um espírito de voluntarismo, que estejam dispostos a contribuir. Dutton (2011) reforça essa afirmação ao considerar que os cidadãos também têm o potencial de serem especialistas em questões específicas.

Procurar prova para o princípio de razão, diz o filósofo, denota ausência de clareza de consciência, pois quem exige uma prova para ele, exige um fundamento, e assim já o toma como verdadeiro, caindo no círculo que exige a prova do direito de exigir uma prova. Trata-se de uma ligação analítica entre os dois termos. Por seu turno, ser-sujeito significa ter um objeto. O sujeito é o “sustentáculo do mundo”, a condição universal e sempre pressuposta de tudo o que aparece, pois tudo o que existe, existe para o sujeito; contudo, ocorre com o sujeito o mesmo que com o olho, que tudo vê, mas não é visto. Aquele que tudo conhece não é ele mesmo objeto de conhecimento. Analisar o conceito de sujeito leva necessariamente ao conceito de objeto, e vice-versa. O sujeito, porém, não se confunde com o princípio de razão. A resposta: ser-objeto significa ser conhecido por um sujeito.

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