Tempo: O Retrovisor Da Vida

Na minha memória, meu tio ainda é jovem, forte, grande e bem-humorado; ele jamais envelheceu. Sobre como eram as diferenças que sempre nos conectavam, como por exemplo: meu tio era vascaíno e eu, flamenguista. “. Eu me vi no espelho do retrovisor… Ela disse rindo: “Mãe, você nunca usava saias? Aquele em que eu usava cabelos soltos, shorts, camiseta e pés descalços. Should you have just about any questions concerning where by and also how you can make use of try what he says, you’ll be able to email us on the web site. ” e “Por que você SEMPRE está de shortinhos curtos e camisetas? E eu me vi pensando sobre o tempo e as pessoas que amamos. Esse era SEMPRE o primeiro assunto que vinha à tona quando nos encontrávamos. Talvez porque estejamos vivendo um luto fragmentado, minha filha mais velha decidiu folhear álbuns antigos de fotos justamente esta semana. Aquele em que minhas maiores preocupações eram se faria sol no dia seguinte e quais tarefas escolares eu tinha que fazer logo para ir brincar. E se surpreendeu com as minhas fotos. As semelhanças agradam à “Narciso”, talvez: são pessoas que só são capazes de amar e admirar no Outro aquilo que é igual em si mesmos. Implicâncias carinhosas e muito bom-humor.

Isso significa que 30 segundos vão passar em 30 segundos mesmo, sem mistério. Do lado de fora do carro a velocidade do tempo continua igual. Tudo. E em que “lugar” tudo é mais velho do que hoje? Isso mesmo. Seu relógio “biológico” também andou mais devagar. Mas só o seu. As pessoas, as pedras, o Sol, a galáxia de Andrômeda… Chega a 180 km/h, por exemplo. Mas caramba. Tanta falação pra chegar nessa miséria? Enquanto a Porsche acelera você, ela freia o seu relógio. Nem astronautas que já experimentaram velocidades de 40 000 km/h conseguiram fazer um rombo marcante no relógio deles. Não dá para perceber esse efeito minúsculo delas sobre a passagem do tempo. Pois é. O problema é que as velocidades que a gente vive no dia-a-dia são pequenas demais. Tudo envelheceu um pouco mais rápido que você. Mas aí você arruma um Porsche e resolve sentar o pé na estrada. Para Einstein, isso quer dizer que você pegou 180 km/h emprestados lá do banco do tempo.

No trabalho da equipe multiprofissional, da articulação entre seus membros, sobretudo no ambulatório e no hospital-dia, denotou-se que o encaminhamento entre os profissionais tem sido a estratégia mais usual para responder à diversidade de necessidades dos usuários dos centros de referência. O reconhecimento da necessidade da intervenção de um profissional de outra área ocorre a partir do julgamento particular de quem decide encaminhar, no próprio momento em que emerge a demanda. Entretanto, na assistência domiciliar terapêutica, em contraste com as experiências do ambulatório e do hospital-dia, percebeu-se que os trabalhos dos profissionais estavam articulados a partir de um projeto que é discutido e desenhado anteriormente às intervenções. O tratamento medicamentoso, na figura dos medicamentos anti-retrovirais, ocupa um lugar de destaque dentre as necessidades de saúde dos usuários dos centros de referência. Outro médico qualificou como trabalho multidisciplinar uma situação em que seu trabalho era complementado por outros profissionais, na medida em que estes reforçavam suas prescrições para favorecer a adesão do paciente ao tratamento.

Embora Horkheimer se alinhasse, nesse diagnóstico da crise da ciência contemporânea, à tese de Lukács segundo a qual a experiência na sociedade capitalista se reduz à apercepção de fatos que aparecem como unidades isoladas, a sua compreensão da relação do marxismo com a teoria tradicional é fundamentalmente outra. “Traditionelle und kritische Theorie”. 162-216., p. 174). Da mesma forma como as forças produtivas capitalistas devem ser mobilizadas a fim de se superar a crise engendrada por esse sistema, e assim como as ciências naturais hão de guardar a sua validade em uma sociedade que tenha superado a divisão em classes, a teoria crítica pode recorrer, em sua formulação, aos conhecimentos fornecidos pela teoria tradicional: constituídos segundo um modelo de conhecimento que cumpre a função de conservar e reproduzir as relações sociais dadas, esses conhecimentos mudam de função quando integrados a uma exposição do todo histórico orientada pelo futuro, isto é, pela ideia da negação do modo de produção capitalista (Idem, pp. In: HORKHEIMER, Max et al. Gesammelte Schriften. Frankfurt am Main, Fischer, vol. 4, pp. Enquanto o marxista húngaro rejeitava sem mais a ciência burguesa como expressão da alienação à qual os indivíduos estão submetidos no capitalismo, Horkheimer defendia que a teoria tradicional poderia servir à teoria crítica: a adequação entre as hipóteses e os fatos, promovida pela primeira, teria uma validade objetiva e a ela a teoria crítica poderia recorrer. Se os fatos são produtos da práxis social, “por isso tem de haver neles, mesmo que em um sentido limitado, razão” (Horkheimer, 1988bHORKHEIMER, Max.

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